Crazy Heart (Coração Louco) e Once (Apenas uma vez) são filmes muito semelhantes. Particularmente, por assisti-los em um intervalo de tempo pequeno. Por serem sinceros, falarem de música, ter ótima trilha sonora, serem devidamente premiados (Oscar de melhor canção), ambos os protagonistas são ótimos compositores, conseguindo transmitir na música as dificuldades passadas e outras coisas que são spoiler e não vou contar. Mas quem assistir os dois saberá sobre oque estou falando.
TRAILERS
PREMIACÕES
Como já falei antes, ambos ganharam o Oscar de melhor canção. Crazy Heart ganhou também o Oscar de melhor ator com Jeff Bridges, The Dude, que aliás atuou muito bem.
TRILHAS
Falling Slowly
Caindo lentamente
Eu não te conheço
Mas eu te desejo
Mais ainda por isto
Palavras que caem sobre mim
E sempre me enganam
E eu não consigo reagir
E jogos que nunca somam
Mais do que são destinados
Jogarão sozinhos
Pegue este barco que está afundando e mostre o caminho de casa
Nós ainda temos tempo
Eleve sua voz esperançosa, você tem uma escolha
que você fez agora
Caindo lentamente, olhos que me conhecem
E eu não posso voltar
Temperamentos que me pegam e me apagam
E me pintam de preto
Você tem sofrido bastante
E lutado consigo mesma
É hora de você vencer
Pegue este barco que está afundando e mostre o caminho de casa
Nós ainda temos tempo
Eleve sua voz esperançosa, você tem uma escolha
que você fez agora
Pegue este barco que está afundando e mostre o caminho de casa
Nós ainda temos tempo
Eleve sua voz esperançosa, você tem uma escolha
que você fez agora
Caindo lentamente cante sua melodia
Eu cantarei junto
The Weary Kind
Ryan Bingham
O tipo cansado
Seu coração está a solta
Você jogou os setes sem nada a perder
E aqui não é lugar para o tipo cansado
Você arriscou tudo
Jogou a bola 8 no canto
Por algum motivo, não parece mais que estou em casa
E aqui não é lugar para o tipo cansado
E aqui não é lugar para perder a cabeça
E aqui não é lugar para ficar para trás
Pegue seu coração louco e tente mais uma vez
Seu corpo dói...
Tocando guitarra e eliminando o ódio no suor
Os dias e as noites parecem todos iguais
O uísque tem sido um incômodo
E não esquece
A estrada que por dentro chama o seu coração
E aqui não é lugar para o tipo cansado
E aqui não é lugar para perder a cabeça
E aqui não é lugar para ficar para trás
Pegue seu coração louco e tente mais uma vez
Seus amores não beijam...
É longe demais dos seus dedos
Você é o homem que destruiu o mundo
Seu coração está a solta
Você jogou os setes sem nada a perder
E aqui não é lugar para o tipo cansado
terça-feira, 31 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Instrumentos de arco
Vou postar alguns instrumentos de arco da Ásia.
Índia
esraj

dilruba

_________________________________________________________________
China
erhu

jinghu

gehu

__________________________________________________________________
Mongólia
morin khuur

________________________________________________________________
Japão
kokyu

kucho

Índia
esraj

dilruba

_________________________________________________________________
China
erhu

jinghu

gehu

__________________________________________________________________
Mongólia
morin khuur

________________________________________________________________
Japão
kokyu

kucho

sábado, 10 de julho de 2010
Musicoterapia
Assistindo a 6ª temporada de House, escutei essa expressão " musicoterapia". Em inglês Music Therapy. Achei interessante e resolvi saber mais a respeito. Antes fiquei devaneando sobre o assunto. Pensei na música como um remédio. Se prescrito de forma certa pode sanar o problema de uma pessoa. E mais ainda, em como uma prescrição errada resultaria. No caso de um remédio, existe diferença entre um antidepressivo, um antibiótico e um laxante. Seria o mesmo com música? Você briga com seus pais escuta "Pais e Filhos". Tem uma desilusão amorosa escuta aquelas músicas de fossa. Particularmente já estabeleci trilhas sonoras para cada estado de espirito.(tenho amigos que fazem até listas). Agora mesmo, escrevendo, estou escutando música "Por una cabeza - instrumental". Quando não consigo dormir sei as músicas certas para dormir. Tem aquelas músicas que você escuta e faz voltar o passado, como uma máquina do tempo. Tem músicas que você escuta e faz lembrar pessoas e lugares. Talvez seja um hipocondríaco musical. Será que escutar música errada, agrave mais o problema?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy)

Também me imaginei sendo um musicoterapeuta ajudando pessoas e tals. Mas então li que além de boa vontade precisa-se ter o conhecimento da anatomia e fisiologia humana, psicologia, filosofia e noções de expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos de educação musical como o Método Orff ou o Método Kodály. No meu ponto de vista, tocar ou aprender um instrumento já é uma terapia, assim como um desafio. Não sei se para quem escuta seja o mesmo. Aliás, umas plantas aqui em casa começaram a morrer depois que comecei a tocar violino hehe

O dia do musicoterapeuta é comemorado no Brasil em 15 de setembro.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Musicoterapia é a utilização da música e/ou de seus elementos constituintes, ritmo, melodia e harmonia, por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender as necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor qualidade de vida, através de prevenção, reabilitação ou tratamento. (World Federation of Music Therapy)

Também me imaginei sendo um musicoterapeuta ajudando pessoas e tals. Mas então li que além de boa vontade precisa-se ter o conhecimento da anatomia e fisiologia humana, psicologia, filosofia e noções de expressão artística, expressão corporal, dança, técnicas grupais e métodos de educação musical como o Método Orff ou o Método Kodály. No meu ponto de vista, tocar ou aprender um instrumento já é uma terapia, assim como um desafio. Não sei se para quem escuta seja o mesmo. Aliás, umas plantas aqui em casa começaram a morrer depois que comecei a tocar violino hehe

O dia do musicoterapeuta é comemorado no Brasil em 15 de setembro.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Filmes Didáticos
Ultimamente estava pensando no meu tempo de escola. E mais precisamente nos filmes que os professores utilizavam para explicar a matéria.
No começo, lembro vagamente, quem mais usava filmes era minha professora de inglês. Como eramos crianças, os filmes que ela nos passava era mais para divertir. O propósito dela era nos fazer assistir filmes legendados para acostumarmos com diálogos em inglês. Mas, na época, achava um saco por não conseguir ler tudo e ao mesmo tempo acompanhar a trama. Agora vejo que isso foi muito bom para minha formação. Lembro de ter assistido apenas dois filmes, talvez tenha sido mais, "O Rei Leão" e "K-9 um policial bom para cachorro".
Mais tarde, no ginásio, os filmes foram ficando mais sérios e eu com mais facilidade em ler legendas. Minha professora de história passou, para explicar sobre o feudalismo, o filme " Coração Valente". (SPOILER) O mais engraçado foi todos, no final do filme, olhando um para o outro para ver quem estava chorando. Aliás me surpreendi vendo alguns valentões da escola chorar pelo Mel Gibson gritando "liberdade".
Nessa mesma escola assisti um filme, que esse sim me marcou, sobre aborto. Chamava-se "O Preço de uma escolha". Não lembro que professora passou, talvez a de ciências. Mas lembro da reação de alguns colegas de classe. Confesso que em algumas partes não tenha conseguido olhar para a tela. Antes de passar o filme, alguns colegas se retiraram porque a religião deles não permitia. Durante o filme, alguns sairam da sala por passar mal. Curiosamente quem saiu da sala vermelho e quase vomitando. Era um moleque que, antes, estava tirando sarro do filme e dando risada. Mais tarde tive uma experiência parecida quando fui tirar carta e passaram aquele video de acidentes de trânsito.

Terminei o Ensino Fundamental, mudei de escola e de cidade. Na escola nova, os professores eram mais velhos. Alguns aposentados. Lembro do meu professor de história; ex-padre e ex-policial. Lembrava um pouco o Sean Connery ou o Lima Duarte. Falavam que era comunista, mas nunca provaram. Resumindo: antes de entrar na escola minha irmã mais velha, que tinha estudado antes nessa escola, descreveu ele como "louco". Voltando aos filmes, recordo de ter passado dois.
Cidadão Kane, um filme de 1941 do Orson Welles considerado um clássico. Até hoje pretendo assisti-lo. Por não ter enxergado a legenda na sala de video, acabei dormindo durante o filme.
A Onda (The Wave), filme 1981 feito para tv, baseado em fatos reais. A interpretação dos atores não é lá essas coisas. Fizeram um remake desse filme pouco tempo atrás. Só que é uma versão alemã chama-se Die Welle. Ótimo filme sobre o nazismo. Tem ele inteiro no youtube em 5 partes. No final de cada video terá as outras partes relacionadas.
Meu primeiro professor de português no colegial era muito bom em ensinar literatura, mas não eficaz em explicar gramática, que era o forte da minha segunda professora de português. Que era carinhosamente apelidada de Hitler. Sua técnica consistia em dar provas ditadas e a cada erro de português tinha que se escrever duzentas a trezentas vezes a palavra errada, dependendo do grau de absurdo do erro. Já o primeiro professor gostava de dar aulas ao ar livre. Às vezes era debaixo das árvores, no pátio ou na escadaria. Achava interessante e criativa a idéia. Até ele passar um filme, que aliás passou mais vezes, e descobri de onde tirou essa idéia.
Sociedade dos Poetas Mortos, filme que ele passou para explicar sobre o Arcadismo ou Neoclassismo. "Carpe Diem" e "Fugere Urbem" e tals. Ótimo filme. Mesmo esquema do outro video só que esse não tem legenda. Capiche?
No começo, lembro vagamente, quem mais usava filmes era minha professora de inglês. Como eramos crianças, os filmes que ela nos passava era mais para divertir. O propósito dela era nos fazer assistir filmes legendados para acostumarmos com diálogos em inglês. Mas, na época, achava um saco por não conseguir ler tudo e ao mesmo tempo acompanhar a trama. Agora vejo que isso foi muito bom para minha formação. Lembro de ter assistido apenas dois filmes, talvez tenha sido mais, "O Rei Leão" e "K-9 um policial bom para cachorro".
Mais tarde, no ginásio, os filmes foram ficando mais sérios e eu com mais facilidade em ler legendas. Minha professora de história passou, para explicar sobre o feudalismo, o filme " Coração Valente". (SPOILER) O mais engraçado foi todos, no final do filme, olhando um para o outro para ver quem estava chorando. Aliás me surpreendi vendo alguns valentões da escola chorar pelo Mel Gibson gritando "liberdade".
Nessa mesma escola assisti um filme, que esse sim me marcou, sobre aborto. Chamava-se "O Preço de uma escolha". Não lembro que professora passou, talvez a de ciências. Mas lembro da reação de alguns colegas de classe. Confesso que em algumas partes não tenha conseguido olhar para a tela. Antes de passar o filme, alguns colegas se retiraram porque a religião deles não permitia. Durante o filme, alguns sairam da sala por passar mal. Curiosamente quem saiu da sala vermelho e quase vomitando. Era um moleque que, antes, estava tirando sarro do filme e dando risada. Mais tarde tive uma experiência parecida quando fui tirar carta e passaram aquele video de acidentes de trânsito.

Terminei o Ensino Fundamental, mudei de escola e de cidade. Na escola nova, os professores eram mais velhos. Alguns aposentados. Lembro do meu professor de história; ex-padre e ex-policial. Lembrava um pouco o Sean Connery ou o Lima Duarte. Falavam que era comunista, mas nunca provaram. Resumindo: antes de entrar na escola minha irmã mais velha, que tinha estudado antes nessa escola, descreveu ele como "louco". Voltando aos filmes, recordo de ter passado dois.
Cidadão Kane, um filme de 1941 do Orson Welles considerado um clássico. Até hoje pretendo assisti-lo. Por não ter enxergado a legenda na sala de video, acabei dormindo durante o filme.
A Onda (The Wave), filme 1981 feito para tv, baseado em fatos reais. A interpretação dos atores não é lá essas coisas. Fizeram um remake desse filme pouco tempo atrás. Só que é uma versão alemã chama-se Die Welle. Ótimo filme sobre o nazismo. Tem ele inteiro no youtube em 5 partes. No final de cada video terá as outras partes relacionadas.
Meu primeiro professor de português no colegial era muito bom em ensinar literatura, mas não eficaz em explicar gramática, que era o forte da minha segunda professora de português. Que era carinhosamente apelidada de Hitler. Sua técnica consistia em dar provas ditadas e a cada erro de português tinha que se escrever duzentas a trezentas vezes a palavra errada, dependendo do grau de absurdo do erro. Já o primeiro professor gostava de dar aulas ao ar livre. Às vezes era debaixo das árvores, no pátio ou na escadaria. Achava interessante e criativa a idéia. Até ele passar um filme, que aliás passou mais vezes, e descobri de onde tirou essa idéia.
Sociedade dos Poetas Mortos, filme que ele passou para explicar sobre o Arcadismo ou Neoclassismo. "Carpe Diem" e "Fugere Urbem" e tals. Ótimo filme. Mesmo esquema do outro video só que esse não tem legenda. Capiche?
terça-feira, 22 de junho de 2010
Não me faz lembrar

Oque te faz esquecer seus problemas?
Não me faz lembrar
Eu ando pelas ruas do Japão até que eu fique perdido
Porque isso não me faz lembrar de nada
Branco como a morte, carregando uma cruz
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de estudar rostos num estacionamento
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de dirigir em marcha ré no nevoeiro
Porque isso não me faz lembrar de nada
As coisas que eu amei, as coisas que eu perdi
As coisas que eram sagradas para mim e que eu abandonei
Eu não mentirei nunca mais, você pode apostar
Eu não quero aprender o que eu precisarei esquecer
Eu gosto mariposas-ciganas* e de conversas de rádio
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de música gospel e aplausos gravados**
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de roupas coloridas ao Sol
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de dedilhar na mesa e falar coisas incompreensíveis
Porque isso não me faz lembrar de nada
Dobre-me e dê-me forma
Eu amo o seu jeito
Devagar e docemente
Como nunca antes
Calmo e dormindo
Nós não provacaremos o passado
Tão discretamente
Nós não olharemos para trás
Eu gosto de impostar minha voz e quebrar guitarras
Porque isso não me faz lembrar de nada
Eu gosto de brincar na areia, o que é meu é nosso
Se isso não me fizer lembrar de nada.
Canção: Audioslave - Doesn't Remind Me
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